Era tarde da noite, tão tarde que até os anjos dormiam serenos em suas nuvens.
Uma mensagem repentina, de um número não registrado rompe o tédio comum em noites como essa.
"To com saudade, faz tempo que não me manda mensagem."
Estranhei o número desconhecido, mas respondi.
"Tanto tempo assim? Quem é?" - perguntei
"Hahaha, para de ser bobo, estou aqui na pracinha perto da sua casa, vem fumar um comigo, to sem seda"
Mesmo sem identificação eu senti que sabia de quem se tratava, joguei algumas sedas soltas no bolso da calça, me troquei e sai. Era tarde e frio, a neblina caia por cima das luzes dos postes e ela estava la. Sentada no banco de concreto a luz e a neblina contrastavam com sua forma, toca, moletom, uma saia curta preta adornando suas pernas cobertas por uma meia fishnet, e coturnos pretos. "Ela realmente me conhece" - pensei
Sentei do seu lado, ela ja estava dichavando a erva com suas mãos delicadas, unhas compridas e vermehas.
"Quer que eu dichave pra você?"
Uma mensagem repentina, de um número não registrado rompe o tédio comum em noites como essa.
"To com saudade, faz tempo que não me manda mensagem."
Estranhei o número desconhecido, mas respondi.
"Tanto tempo assim? Quem é?" - perguntei
"Hahaha, para de ser bobo, estou aqui na pracinha perto da sua casa, vem fumar um comigo, to sem seda"
Mesmo sem identificação eu senti que sabia de quem se tratava, joguei algumas sedas soltas no bolso da calça, me troquei e sai. Era tarde e frio, a neblina caia por cima das luzes dos postes e ela estava la. Sentada no banco de concreto a luz e a neblina contrastavam com sua forma, toca, moletom, uma saia curta preta adornando suas pernas cobertas por uma meia fishnet, e coturnos pretos. "Ela realmente me conhece" - pensei
Sentei do seu lado, ela ja estava dichavando a erva com suas mãos delicadas, unhas compridas e vermehas.
"Quer que eu dichave pra você?"
Ela me olhou sorrindo, colocou a maconha nas minhas mãos.
"Claro, minha mão está doendo ja!"
Olhei aquelas mãos pequenas e terminei de dichavar, peguei uma seda amassada do bolso e enrolei um baseado cônico, como é de praxe. Enquanto isso conversavamos sobre aleatoriedades, das quais mal prestei atenção, meu foco estava nublado devido aos toques de sua mão nos meus ombros, braços e joelhos entre uma palavra e outra. Coloquei o beck na boca, estendi a mão.
"E o BIC?"
Ela afastou minha mão, se debruçou sobre minhas pernas e acendeu o beck na minha boca, ela realmente sabe como me excitar, com o isqueiro apagado deslizou sua mão pelo meu peito, perguntando.
"Ta gostoso?"
Desconcertado, olhei fundo naqueles olhos amendoados por alguns segundos e retruquei.
"Ta o verde, pegou onde?"
Apenas um sorriso, foi sua resposta. Sua mão deslizou ainda mais, até o zipper da minha calça, onde ela ficou brincando com o feixe e me olhando nos olhos enquanto meu tesão com a situação aumentava exponencialmente.
"Safado, ja ta de pau duro né?"
Ela disse já abrindo o feixe e o botão da minha calça. Segurou meu pau pela cueca e apertou forte.
"Ta babando já né? Sabia!"
Dizia enquanto puxava ele pra fora, meu tesão era tanto que minha lubrificação escorria da cabeça até a base. Olhei pros lados, não vinha ninguém, ao voltar a visão pra ela, vi sua boca carnuda, preenchida de batom vermelho aberta se aproximando, pude sentir o calor de sua respiração ofegante chegando perto. Apenas encostou seus labios e deu um beijo na cabeça, voltou e passou a língua por todo meu membro, limpando toda a lubrificação que escorria, me olhou nos olhos e me deu um longo beijo equanto me punhetava bem devagar, como eu ansiava por esse beijo, meus musculos ja se contraiam em uma mistura de frio, calor e tesão.
Ela levantou-se ainda me masturbando e me puxou pra tras de uma árvore grande pra nos escondermos melhor. Encostei na árvore enquanto ela me chupava com vontade, agarrando minhas pernas com as mãos e enterrando as unhas a cada chupada, depois de alguns minutos sua saliva escorria pelo meu pau até minha virilha, ela parou, levantou, nos beijamos e nos agarramos, deslizei minhas mãos por baixo do moleton, estava com os seios livres, apertei aqueles peitos durinhos, a cada carícia em seu mamilo, um gemido ofegante em meu ouvido, subi sua blusa, beijei seus peitos inteiros fazendo caminhos com a língua do peito até seus mamilos, que eu chupava e dava uma leve mordiscada. Minhas mãos já subiam sua saia enquanto apertava sua bunda e a puxava pra mais perto, afastei sua calcinha que ja estava encharcada, sentia o calor e a umidade de sua vagina, passei os dedos em seus labios e fui aos poucos abrindo caminho até sentir meus dedos escorregarem pra dentro de sua boceta quente e molhada. Ela sussurrava no meu ouvido "Me fode! Quero seu pau dentro de mim..." Enquanto soltava gemidos fracos, desfalecidos, tirei meus dedos de dentro dela e comecei a massagear seu clitóris. Ela gemeu mais alto, segurou meu pau e voltou a me punhetar com força. Fez sinal pra que eu parasse, apoiou as duas mãos na árvore e pediu, "Me fode, me da seu pau". Rasguei alguns pontos da sua meia afastei mais sua calcinha e comecei a colocar meu pau dentro daquele paraiso. Suas contrações me pressionavam enquanto metia e puxava seu cabelo, seus gemidos hora altos e hora baixos, tentando manter o controle me deixavam cada vez com mais tesão. Alguns carros passaram, mas acredito que não tenham visto, se vissem também, pouco importaria, segurei seu corpo, diminui a intensidade para poder massagear seu clitóris, pouco depois ela anunciou que gozaria. Eu ja estava prestes a explodir também, mas mantive o ritmo até sentir suas pernas amolerecem por completo, a segurei pra não perder o equilibrio e ela pedia "Goza na minha boca".
Tirei meu pau de dentro dela, ela se ajoelhou e começou a lamber todo seu gozo dele, voltou a chupar e bater punheta até meu pau começar a pulsar anunciando o gozo. Ela o enterrou em sua boca e enquanto eu gozava ela passava sua língua pela cabeça. Nos recompomos, sentamos de volta no banco e perguntei "Quer dormir em casa?" Ela sorriu, me deu um beijo e disse "Não, vou indo nessa", eu insisti, "Quer que te leve?" Ela acenou que não com a cabeça, me deu mais um beijo e nos despedimos. Longa noite, noite longa...
"Claro, minha mão está doendo ja!"
Olhei aquelas mãos pequenas e terminei de dichavar, peguei uma seda amassada do bolso e enrolei um baseado cônico, como é de praxe. Enquanto isso conversavamos sobre aleatoriedades, das quais mal prestei atenção, meu foco estava nublado devido aos toques de sua mão nos meus ombros, braços e joelhos entre uma palavra e outra. Coloquei o beck na boca, estendi a mão.
"E o BIC?"
Ela afastou minha mão, se debruçou sobre minhas pernas e acendeu o beck na minha boca, ela realmente sabe como me excitar, com o isqueiro apagado deslizou sua mão pelo meu peito, perguntando.
"Ta gostoso?"
Desconcertado, olhei fundo naqueles olhos amendoados por alguns segundos e retruquei.
"Ta o verde, pegou onde?"
Apenas um sorriso, foi sua resposta. Sua mão deslizou ainda mais, até o zipper da minha calça, onde ela ficou brincando com o feixe e me olhando nos olhos enquanto meu tesão com a situação aumentava exponencialmente.
"Safado, ja ta de pau duro né?"
Ela disse já abrindo o feixe e o botão da minha calça. Segurou meu pau pela cueca e apertou forte.
"Ta babando já né? Sabia!"
Dizia enquanto puxava ele pra fora, meu tesão era tanto que minha lubrificação escorria da cabeça até a base. Olhei pros lados, não vinha ninguém, ao voltar a visão pra ela, vi sua boca carnuda, preenchida de batom vermelho aberta se aproximando, pude sentir o calor de sua respiração ofegante chegando perto. Apenas encostou seus labios e deu um beijo na cabeça, voltou e passou a língua por todo meu membro, limpando toda a lubrificação que escorria, me olhou nos olhos e me deu um longo beijo equanto me punhetava bem devagar, como eu ansiava por esse beijo, meus musculos ja se contraiam em uma mistura de frio, calor e tesão.
Ela levantou-se ainda me masturbando e me puxou pra tras de uma árvore grande pra nos escondermos melhor. Encostei na árvore enquanto ela me chupava com vontade, agarrando minhas pernas com as mãos e enterrando as unhas a cada chupada, depois de alguns minutos sua saliva escorria pelo meu pau até minha virilha, ela parou, levantou, nos beijamos e nos agarramos, deslizei minhas mãos por baixo do moleton, estava com os seios livres, apertei aqueles peitos durinhos, a cada carícia em seu mamilo, um gemido ofegante em meu ouvido, subi sua blusa, beijei seus peitos inteiros fazendo caminhos com a língua do peito até seus mamilos, que eu chupava e dava uma leve mordiscada. Minhas mãos já subiam sua saia enquanto apertava sua bunda e a puxava pra mais perto, afastei sua calcinha que ja estava encharcada, sentia o calor e a umidade de sua vagina, passei os dedos em seus labios e fui aos poucos abrindo caminho até sentir meus dedos escorregarem pra dentro de sua boceta quente e molhada. Ela sussurrava no meu ouvido "Me fode! Quero seu pau dentro de mim..." Enquanto soltava gemidos fracos, desfalecidos, tirei meus dedos de dentro dela e comecei a massagear seu clitóris. Ela gemeu mais alto, segurou meu pau e voltou a me punhetar com força. Fez sinal pra que eu parasse, apoiou as duas mãos na árvore e pediu, "Me fode, me da seu pau". Rasguei alguns pontos da sua meia afastei mais sua calcinha e comecei a colocar meu pau dentro daquele paraiso. Suas contrações me pressionavam enquanto metia e puxava seu cabelo, seus gemidos hora altos e hora baixos, tentando manter o controle me deixavam cada vez com mais tesão. Alguns carros passaram, mas acredito que não tenham visto, se vissem também, pouco importaria, segurei seu corpo, diminui a intensidade para poder massagear seu clitóris, pouco depois ela anunciou que gozaria. Eu ja estava prestes a explodir também, mas mantive o ritmo até sentir suas pernas amolerecem por completo, a segurei pra não perder o equilibrio e ela pedia "Goza na minha boca".
Tirei meu pau de dentro dela, ela se ajoelhou e começou a lamber todo seu gozo dele, voltou a chupar e bater punheta até meu pau começar a pulsar anunciando o gozo. Ela o enterrou em sua boca e enquanto eu gozava ela passava sua língua pela cabeça. Nos recompomos, sentamos de volta no banco e perguntei "Quer dormir em casa?" Ela sorriu, me deu um beijo e disse "Não, vou indo nessa", eu insisti, "Quer que te leve?" Ela acenou que não com a cabeça, me deu mais um beijo e nos despedimos. Longa noite, noite longa...
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